Uma lubrificação adequada, com lubrificantes de boa qualidade, é muito mais do que uma simples seleção dos melhores lubrificantes e sua aplicação correta. O trabalho do técnico em lubrificação é sempre estar a sua disposição ao que puder colaborar, oferecendo seus serviços, a fim de que a sua empresa alcance uma lubrificação mais perfeita, o que poderá significar menor custo de manutenção e maior eficácia de cada máquina.
Abaixo descrevo os principais CUIDADOS DE LUBRIFICAÇÃO recomendados para os principais elementos de máquinas. Observa-se que um fator importantíssimo é o controle da contaminação. O lubrificante novo deverá ser armazenado em locais que evitem sua contaminação. Os reservatórios das máquinas que recebem os lubrificantes deverão estar limpos para não gerarem mais partículas de contaminação. O armazenamento dos tambores e baldes de lubrificantes deverá estar de preferência, em locais ventilados e cobertos, evitando sua proximidade com fontes de calor, água, ambientes poeirentos e ácidos. Veja 8 das principais necessidades de lubrificação de uma empresa:
1-ROLAMENTOS
1. Técnica de lubrificação.
Mancais de rolamentos podem ser lubrificados, dependendo da aplicação, com graxas, óleos, lubrificantes sólidos ou com combinações destes. A maioria dos mancais de rolamentos são lubrificados com graxas, devido aos poucos problemas de vedação dos rolamentos. De um lado, o óleo no espessante da graxa é mantido no ponto de lubrificação e, por outro lado, é evitada a penetração de impurezas do ambiente para o ponto de lubrificação. Dependendo da rotação, faixa de temperatura de trabalho, exigências sobre vedação, torques de partida e influências do meio ambiente, podem ser usadas graxas das classes de consistências NLGI 1 até 3. Abaixo valores orientativos para consistencias das graxas em dependencia do valor característico da rotação DN :
Consistência Graxa Classe-NLGI Descrição Valor (mm/min)
00 Graxa fluida 1 até 1,5 x 106
0 à 1 Rotação elevada Até max. 1 x 106
1 Normal Até max. 800 000
2 Normal Até max. 400 000
3 Graxa vedante Até max. 50 000
Consistência Graxa Classe-NLGI Descrição Valor (mm/min)
00 Graxa fluida 1 até 1,5 x 106
0 à 1 Rotação elevada Até max. 1 x 106
1 Normal Até max. 800 000
2 Normal Até max. 400 000
3 Graxa vedante Até max. 50 000
2. Quantidades de graxas
Geralmente mancais de rolamentos são preenchidos de maneira que todas as superfícies de atrito sejam cobertas suficientemente com graxa. As seguintes quantidades são recomendadas em dependência com o valor característico da rotação DN:
Para valores DN: até 50 000 mm/min : 90 até 100 %
até 800 000 mm/min : 30 até 50 %
até 1 500 000 mmm/min: 30% da área livre no rolamento
3. Relubrificação
Para valores DN: até 50 000 mm/min : 90 até 100 %
até 800 000 mm/min : 30 até 50 %
até 1 500 000 mmm/min: 30% da área livre no rolamento
3. Relubrificação
Relubrificação ou troca de graxas é necessário quando não são atingidas a vida útil necessária ou o período previsto de funcionamento do rolamento com uma única lubrificação. Através de diversas condições de funcionamento e influências do ambiente, os filmes da graxa podem ser modificados.
Obs: Antes de aplicar a graxa nos pinos graxeiros os mesmos deverão ser bem limpos, com o intuito de evitar a entrada de partículas abrasivas que danificam os mancais. Deve-se evitar o excesso de graxa nos mancais de rolamento, pois é extremamente prejudicial. A quantidade de graxa a ser colocada em geral, deve ser suficiente para preencher de 1/3(mínimo) a 2/3(máximo) dos espaços vazios do rolamento.
As graxas mais utilizadas para mancais de rolamento na lubrificação geral, em condições normais é a graxa a base de sabão metálico de lítio NLGI-2 - consistência 2
Um excesso de graxa provoca um aumento da temperatura de operação do mancal, que não deve ultrapassar a 90°C. Nas relubrificações, a quantidade em gramas deve ser aproximadamente igual a 0,005xDxB, onde D é o diâmetro externo em mm e B a largura do rolamento em mm. Os mancais de rolamento podem ser lubrificados quinzenalmente; no caso de mancais de rolamento de motores elétricos, a lubrificação deve ser feita mensalmente. Essas recomendações são válidas em condições normais de uso (sem severidade). No entanto em condições severas de uso os períodos de relubrificação devem ser criteriosamente analisados. Estando o mancal provido de dreno, é necessário retirá-lo durante a aplicação da graxa, recolocando-o após o mancal trabalhar alguns minutos, para permitir a saída do excesso de graxa.
2-MANCAIS
Em termos gerais os mancais são projetados de tal maneira que se possa substituir uma das partes, quando o conjunto apresentar desgaste excessivo. As superfícies de contato dessas partes substituíveis são de metais mais mole do que as dos elementos apoiado, para oferecerem menor coeficiente de atrito, bem como proteção contra desgaste pronunciado dos elementos mais dispendiosos e de substituição mais difícil. Conforme o serviço, munhões de aço duro, por exemplo, apóiam-se em mancais de um dos metais seguintes: metal patente, bronzes diversos e ligas ferrosas. A lubrificação de mancais simples pode ser feita por óleo ou por graxa. A lubrificação satisfatória de mancais simples depende da manutenção, entre as superfícies, de uma película em forma de cunha, fornecida pelo lubrificante. No caso de um mancal bem projetado e em boas condições, três fatores governam a manutenção da película: a rotação do munhão, a carga imposta ao mancal e a viscosidade do óleo (a consistência, no caso de uma graxa). A temperatura de serviço é também importante, por quanto afeta a viscosidade do óleo ou a consistência da graxa e pode também indicar um defeito no mancal.
A distribuição do óleo no interior dos mancais simples é muitas vezes facilitada por um sistema de ranhuras na superfície interna do mancal. O ranhuramento correto de um mancal simples é de importância e pode ter em vista duas finalidades: a primeira é conduzir o óleo à área de máxima pressão e distribui-lo uniformemente sobre a superfície; a segunda, permitir um maior fluxo de óleo através do mancal, a fim de possibilitar boa refrigeração. Essas ranhuras não devem nunca atingir o ponto de máxima pressão, em virtude da possibilidade de ser o óleo conduzido para fora desse ponto, nem deverão atingir as extremidades do mancal. Devem ter suas arestas chanfradas, a fim de não rasparem o óleo que está sobre o munhão.
O ranhuramento dependerá da largura do mancal, da carga apoiada, da velocidade circunferência do munhão e do método de aplicação do lubrificante. Causas de mau funcionamento de mancais simples:
• Emprego de material inadequado ou imperfeições do mancal;
• Impurezas que penetram entre as superfícies de contato;
• Desalinhamento do munhão no mancal, por qualquer motivo;
• Corrosão das superfícies de atrito;
• Folga incorreta entre o munhão e o mancal. Uma folga excessiva ocasionará trepidações do munhão, enquanto uma folga insuficiente impede a entrada do lubrificante, provocando aumentos de temperatura e desgaste;
A distribuição do óleo no interior dos mancais simples é muitas vezes facilitada por um sistema de ranhuras na superfície interna do mancal. O ranhuramento correto de um mancal simples é de importância e pode ter em vista duas finalidades: a primeira é conduzir o óleo à área de máxima pressão e distribui-lo uniformemente sobre a superfície; a segunda, permitir um maior fluxo de óleo através do mancal, a fim de possibilitar boa refrigeração. Essas ranhuras não devem nunca atingir o ponto de máxima pressão, em virtude da possibilidade de ser o óleo conduzido para fora desse ponto, nem deverão atingir as extremidades do mancal. Devem ter suas arestas chanfradas, a fim de não rasparem o óleo que está sobre o munhão.
O ranhuramento dependerá da largura do mancal, da carga apoiada, da velocidade circunferência do munhão e do método de aplicação do lubrificante. Causas de mau funcionamento de mancais simples:
• Emprego de material inadequado ou imperfeições do mancal;
• Impurezas que penetram entre as superfícies de contato;
• Desalinhamento do munhão no mancal, por qualquer motivo;
• Corrosão das superfícies de atrito;
• Folga incorreta entre o munhão e o mancal. Uma folga excessiva ocasionará trepidações do munhão, enquanto uma folga insuficiente impede a entrada do lubrificante, provocando aumentos de temperatura e desgaste;
DETALHES DOS MANCAIS DE ROLAMENTOS:
Os mancais antifricção ou de rolamento, vulgarmente conhecidos como rolamentos, compõem-se de quatro partes, a saber: um anel interno, elementos rolamentos e espaçadores. As três primeiras partes são feitas de aço extremamente duro, com acabamento espelhado, enquanto os espaçadores são de metal mais mole para não danificar os elementos rolantes. De acordo com o tipo de elementos rolantes, podem os mancais de rolamentos ser classificados em:
• Mancais de esferas;
• Mancais de rolos cilíndricos;
• Mancais de rolos cônicos;
• Mancais de agulhas (quando o diâmetro dos rolos cilíndricos é muito pequeno em relação ao comprimento).
Os mancais de rolamentos são fabricados dentro de tolerâncias rigorosas. Quando em serviço, os elementos rolantes e as pistas se deformam e a deformação produz calor, que, somando ao calor gerado pelo atrito, deve ser dissipado, em parte, pelo lubrificante. Funções do lubrificante para mancais de rolamentos: As funções de um lubrificante para rolamentos são:
• Reduzir o atrito de deslizamento entre os elementos rolantes e separados;
• Proteger as superfícies contra a ferrugem ou corrosão;
• Dissipar o calor gerado;
• Completar a vedação do conjunto, a fim de evitar a penetração de qualquer impureza.
Estas funções são melhor exercidas por um óleo especialmente tratado, mas atualmente já difundido o uso da graxa, que se revela menos eficiente apenas no que diz respeito á refrigeração. Por outro lado, é mais eficiente que o óleo, no que se refere á vedação. Quatro possíveis causas provocam falhas de lubrificação com graxa:
• Folgas exageradas no conjunto, permitindo, assim que a graxa seja expelida pelas partes móveis;
• Perda de graxa através de um retentor inadequado;
• Deterioração química da graxa, devido as elevadas temperaturas de operação do mancal;
• Graxa inadequada.
Quantidade de lubrificante: A quantidade de graxa aplicada nas caixas deve ser em volume de ½ a 2/3 do volume de vazio do mancal montado.
A quantidade de óleo deve ser tal, que seu nível, em repouso, coincida com a metade do diâmetro do elemento rolante que estiver situado na parte mais baixa do rolamento. Para rotações elevadas, as quantidades de graxa e óleo podem ser reduzidas. A quantidades de lubrificante nas caixas dos rolamentos é muito importante; podemos dizer que o excesso é tão prejudicial quanto à falta.
Confirma esta afirmativa o fato de que, quando se trata de mancais de grande responsabilidade, as caixas terem um dispositivo especial que permite a expulsão do excesso do lubrificante, retendo apenas a quantidade necessária no interior das mesmas, isto naturalmente sem permitir a entrada de elementos exteriores.
São as caixas com “válvulas de graxa”. Para o óleo, facilmente se consegue eliminar o excesso, por meio de ‘tubo ladrão”. Daí ser um grande erro lubrificar um mancal de rolamento por meio de pino graxeiro, sem o controle da quantidade de graxa aplicada nas caixas sem válvula.
Período de troca: Admitindo-se uma vedação eficiente, o tempo de troca depende principalmente dos seguintes fatores: velocidade, carga e temperatura.
Em condições normais, ou seja, velocidades uniformes até 2.500 rpm, para rolamentos de tamanho médio e pequeno, cargas constantes sem choques ou vibrações e temperaturas até 50ºC. A graxa deve ser trocada semestralmente ou a cada 1.200 horas de trabalho. O óleo deve ser trocado anualmente ou a cada 2.400 horas de trabalho. Se, porém, tem-se velocidade maiores ou cargas sujeitas a choque, vibrações ou ainda temperaturas acima de 50ºC. Haverá necessidades de intervalos de trocas menores. Para os rolamentos de rolos, os intervalos acima devem ser reduzidos a metade.
Prevenções e Providências Importantes: Eis alguns conselhos de caráter geral aplicável no manuseio de rolamentos:
• Trabalhar com ferramentas adequadas, em ambiente limpo;
• Remover toda sujeira para fora dos mancais, antes de retira-los;
• Tratar o mancal usado com o mesmo cuidado que se dispensaria a um novo;
• Utilizar solvente e óleos de lavagem limpos;
• Colocar os mancais desmontados em cima de papel limpo;
• Proteger os mancais abertos contra a sujeira e a umidade;
• Usar panos limpos, sem fiapos, na limpeza dos mancais;
• Proteger os mancais com papel encerrado, quando fora de uso.
• Limpar o lugar ocupado pelo mancal, antes de instala-lo;
• Impedir a contaminação dos lubrificantes;
• Nunca misturar lubrificantes diferentes;
• Reservar sempre o mesmo recipiente de reposição para um determinado lubrificante.
• Mancais de esferas;
• Mancais de rolos cilíndricos;
• Mancais de rolos cônicos;
• Mancais de agulhas (quando o diâmetro dos rolos cilíndricos é muito pequeno em relação ao comprimento).
Os mancais de rolamentos são fabricados dentro de tolerâncias rigorosas. Quando em serviço, os elementos rolantes e as pistas se deformam e a deformação produz calor, que, somando ao calor gerado pelo atrito, deve ser dissipado, em parte, pelo lubrificante. Funções do lubrificante para mancais de rolamentos: As funções de um lubrificante para rolamentos são:
• Reduzir o atrito de deslizamento entre os elementos rolantes e separados;
• Proteger as superfícies contra a ferrugem ou corrosão;
• Dissipar o calor gerado;
• Completar a vedação do conjunto, a fim de evitar a penetração de qualquer impureza.
Estas funções são melhor exercidas por um óleo especialmente tratado, mas atualmente já difundido o uso da graxa, que se revela menos eficiente apenas no que diz respeito á refrigeração. Por outro lado, é mais eficiente que o óleo, no que se refere á vedação. Quatro possíveis causas provocam falhas de lubrificação com graxa:
• Folgas exageradas no conjunto, permitindo, assim que a graxa seja expelida pelas partes móveis;
• Perda de graxa através de um retentor inadequado;
• Deterioração química da graxa, devido as elevadas temperaturas de operação do mancal;
• Graxa inadequada.
Quantidade de lubrificante: A quantidade de graxa aplicada nas caixas deve ser em volume de ½ a 2/3 do volume de vazio do mancal montado.
A quantidade de óleo deve ser tal, que seu nível, em repouso, coincida com a metade do diâmetro do elemento rolante que estiver situado na parte mais baixa do rolamento. Para rotações elevadas, as quantidades de graxa e óleo podem ser reduzidas. A quantidades de lubrificante nas caixas dos rolamentos é muito importante; podemos dizer que o excesso é tão prejudicial quanto à falta.
Confirma esta afirmativa o fato de que, quando se trata de mancais de grande responsabilidade, as caixas terem um dispositivo especial que permite a expulsão do excesso do lubrificante, retendo apenas a quantidade necessária no interior das mesmas, isto naturalmente sem permitir a entrada de elementos exteriores.
São as caixas com “válvulas de graxa”. Para o óleo, facilmente se consegue eliminar o excesso, por meio de ‘tubo ladrão”. Daí ser um grande erro lubrificar um mancal de rolamento por meio de pino graxeiro, sem o controle da quantidade de graxa aplicada nas caixas sem válvula.
Período de troca: Admitindo-se uma vedação eficiente, o tempo de troca depende principalmente dos seguintes fatores: velocidade, carga e temperatura.
Em condições normais, ou seja, velocidades uniformes até 2.500 rpm, para rolamentos de tamanho médio e pequeno, cargas constantes sem choques ou vibrações e temperaturas até 50ºC. A graxa deve ser trocada semestralmente ou a cada 1.200 horas de trabalho. O óleo deve ser trocado anualmente ou a cada 2.400 horas de trabalho. Se, porém, tem-se velocidade maiores ou cargas sujeitas a choque, vibrações ou ainda temperaturas acima de 50ºC. Haverá necessidades de intervalos de trocas menores. Para os rolamentos de rolos, os intervalos acima devem ser reduzidos a metade.
Prevenções e Providências Importantes: Eis alguns conselhos de caráter geral aplicável no manuseio de rolamentos:
• Trabalhar com ferramentas adequadas, em ambiente limpo;
• Remover toda sujeira para fora dos mancais, antes de retira-los;
• Tratar o mancal usado com o mesmo cuidado que se dispensaria a um novo;
• Utilizar solvente e óleos de lavagem limpos;
• Colocar os mancais desmontados em cima de papel limpo;
• Proteger os mancais abertos contra a sujeira e a umidade;
• Usar panos limpos, sem fiapos, na limpeza dos mancais;
• Proteger os mancais com papel encerrado, quando fora de uso.
• Limpar o lugar ocupado pelo mancal, antes de instala-lo;
• Impedir a contaminação dos lubrificantes;
• Nunca misturar lubrificantes diferentes;
• Reservar sempre o mesmo recipiente de reposição para um determinado lubrificante.
MANCAIS DE ROLAMENTO SELADOS
Por ocasião das revisões, os mancais deverão ser desmontados, bem limpos e examinados se as pistas espaçador e elementos rolantes apresentarem algum possível dano mecânico e se a folga existente não ultrapassou limites permitidos.
A operação limpeza deverá ser feita em local totalmente isento de poeira, retirando-se a graxa velha dos elementos do mancal.
Caso o mancal não seja montado logo após a limpeza, devemos guardá-lo lubrificado e coberto, a fim de livrá-lo de qualquer impureza. A quantidade de graxa para os mancais selados é igual a recomendada para os mancais de rolamentos com pinos graxeiros.
MANCAIS DE ROLAMENTO EM BANHO DE ÓLEO
Para os mancais de rolamento em banho de óleo, recomenda-se um nível máximo até o centro do elemento rolante inferior e um nível mínimo de maneira que o elemento rolante inferior fique ligeiramente imerso no óleo. Os níveis devem ser verificados a cada 8 horas e completados se necessário. Em geral, o óleo deve ser trocado semestralmente, a não ser em condições de severidade quando o período deverá ser estudado.
MANCAIS DE DESLIZAMENTO
Os mancais de deslizamento podem ser subdivididos em:
a - mancais planos ou radiais que ainda podem ser mancais de bucha, semi-mancais, mancais bi -partidos, mancais de quatro partes .
b - mancais de guia.
c - mancais de escora ou axiais.
MANCAIS DE DESLIZAMENTO COM PINOS GRAXEIROS
Antes de aplicar a graxa nos pinos graxeiros, os mesmos deverão ser bem limpos, a fim de evitar a entrada de partículas abrasivas que danificam o mancal. Diariamente deve-se lubrificar os pinos.
MANCAIS DE DESLIZAMENTO COM COPOS GRAXEIROS
Periodicamente abastecer com graxa nova até sentir uma resistência maior ao girar o pressor; não colocar graxa em demasia pois pode danificar os elementos de vedação. Após, retirar o pressor encher novamente com graxa. Diariamente dar uma a duas voltas no pressor.
MANCAIS DE DESLIZAMENTO LUBRIFICADOS A ÓLEO
Os métodos encontrados para a lubrificação a óleo dos mancais planos são:
Furo de óleo - Lubrificar com almotolia, diariamente.
Pino de óleo - Lubrificar com pistola para óleo, diariamente.
Copo com agulha ou vareta - Mantê-lo cheio de óleo.
Copo com mecha - Mantê-lo cheio de óleo.
Copo conta gotas - Mantê-lo cheio de óleo.
Lubrificação por anel ou colar - Verificar o nível semanalmente. Em geral, o óleo deve ser drenado semestralmente.
Lubrificação por estopa - Manter a estopa embebida de óleo.
Lubrificação por circulação - Verificar o nível semanalmente. Em geral, o óleo deve ser drenado anualmente.
3-CORRENTES
Condições de lubrificação (em geral utilizadas também em Cabos de Aço)
Através da alta pressão superficial e baixas velocidades de deslizamento, a formação da película lubrificante hidrodinâmica somente é possível através do deslocamento lateral do lubrificante. Devido a isso, as correntes trabalham, na sua maioria na faixa do atrito misto, exceto, sejam alimentadas continuamente com excesso de lubrificante sobre o ponto do contato de atrito. Através da aplicação de lubrificantes especiais, pode ser reduzido o contato metal-metal e assim será reduzido ao mínimo o desgaste.
Tipos de lubrificantes Óleos minerais ou sintéticos.
Os óleos minerais somente podem ser usados até uma temperatura de no Max. 120ºC, pois a partir desta temperatura aparecem efeitos de resinificação que podem influenciar a flexibilidade da corrente. Acima desta temperatura devem ser usados óleos sintéticos.
Como os óleos lubrificantes escorrem, mesmo tendo aditivos de aderência, recomenda-se o uso de produtos com carga de lubrificantes sólidos (grafite coloidal, bissulfeto de molibdênio etc.) para garantir uma lubrificação de emergência.
- Graxas lubrificantes
Recomenda-se o uso de graxas diluídas em solventes para facilitar a penetração para dentro dos elos da corrente. Após da evaporação do solvente a graxa também proporciona uma vedação contra pó e não migra para fora como no caso de uso de óleos. Graxas a base de óleo mineral podem ser aplicadas até uma temperatura de 120ºC e acima devem ser usadas graxas a base de óleo sintético.
- Vernizes lubrificantes
Quando forem exigidas além de altas pressões superficiais, também proteção contra corrosão, pinos e buchas podem ser revestidas com AF-Coatings (Anti-Fricção). Estes vernizes lubrificantes garantem uma proteção adicional ao desgaste. Com isto, aumenta-se a vida útil da corrente. O revestimento dos pinos de correntes e buchas deve ser feita antes da montagem no fabricante.
Através da alta pressão superficial e baixas velocidades de deslizamento, a formação da película lubrificante hidrodinâmica somente é possível através do deslocamento lateral do lubrificante. Devido a isso, as correntes trabalham, na sua maioria na faixa do atrito misto, exceto, sejam alimentadas continuamente com excesso de lubrificante sobre o ponto do contato de atrito. Através da aplicação de lubrificantes especiais, pode ser reduzido o contato metal-metal e assim será reduzido ao mínimo o desgaste.
Tipos de lubrificantes Óleos minerais ou sintéticos.
Os óleos minerais somente podem ser usados até uma temperatura de no Max. 120ºC, pois a partir desta temperatura aparecem efeitos de resinificação que podem influenciar a flexibilidade da corrente. Acima desta temperatura devem ser usados óleos sintéticos.
Como os óleos lubrificantes escorrem, mesmo tendo aditivos de aderência, recomenda-se o uso de produtos com carga de lubrificantes sólidos (grafite coloidal, bissulfeto de molibdênio etc.) para garantir uma lubrificação de emergência.
- Graxas lubrificantes
Recomenda-se o uso de graxas diluídas em solventes para facilitar a penetração para dentro dos elos da corrente. Após da evaporação do solvente a graxa também proporciona uma vedação contra pó e não migra para fora como no caso de uso de óleos. Graxas a base de óleo mineral podem ser aplicadas até uma temperatura de 120ºC e acima devem ser usadas graxas a base de óleo sintético.
- Vernizes lubrificantes
Quando forem exigidas além de altas pressões superficiais, também proteção contra corrosão, pinos e buchas podem ser revestidas com AF-Coatings (Anti-Fricção). Estes vernizes lubrificantes garantem uma proteção adicional ao desgaste. Com isto, aumenta-se a vida útil da corrente. O revestimento dos pinos de correntes e buchas deve ser feita antes da montagem no fabricante.
4-REDUTORES DE VELOCIDADE
(OU CAIXA DE ENGRENAGEM ABERTA)
Nas caixas de engrenagens fechadas ou redutores de velocidade, podemos encontrar lubrificação por circulação, por banho de óleo e salpico. Quando as velocidades periféricas são elevadas (superior a 18m/s), a lubrificação por banho ou salpico não são recomendadas, pois devido a agitação violenta, ocorre a formação de espuma, aquecimento excessivo e uma conseqüente perda de potência e oxidação do óleo. Nestes casos, o óleo deve ser circulado por meio de bombas e injetado sobre as engrenagens antes do engrenamento.
Nos redutores, cujo método de aplicação é por banho de óleo, o nível máximo deve cobrir o dente da engrenagem que mergulha. Em geral, os fabricantes recomendam que o óleo dos redutores deve ser drenado semestralmente, porém dependem de cada tipo de serviço. Nos sistemas de circulação por banho, os redutores geralmente possuem filtros, que aumentam consideravelmente a vida do óleo. A maioria dos fabricantes recomenda a drenagem do óleo em tais sistemas. Deve ser feita anualmente, porém dependem de cada tipo de serviço.
O nível de óleo, qualquer que seja o método de lubrificação do redutor, deve ser cuidadosamente observado a cada 8 horas e completado se necessário. A maioria dos fabricantes de redutores de velocidade, recomendam óleos minerais com aditivos EP. Alguns casos, onde se queira reduzir o desgaste dos equipamentos e o prolongamento do período de troca, utilizam-se óleos 100% sintéticos. Drenar o óleo corretamente é muito importante. Se não houver drenagem correta, o óleo escoará deixando a água e sedimentos retidos nas partes mais baixas e onde possam se estabelecer no sistema. O carter deve ser drenado enquanto o óleo estiver quente e agitado. De outro modo a poeira e outros elementos produtores de borra, simplesmente assentam nas partes mais fundas e permanecem no sistema. É como se permitíssemos a borra assentar em um balde, a fim de obtermos água limpa, e depois jogássemos fora tal água para ficarmos com a borra.
5-ENGRENAGENS ABERTAS
Estas engrenagens são normalmente lubrificadas a pincel ou espátula. Em geral, devido a baixo custo, utilizam-se composições betuminosas (material asfáltico). Em face de esta composição ser considerada nociva (altos riscos de câncer) ao homem e ao meio ambiente, está gradativamente sendo substituída por lubrificantes específicos não contaminantes (graxas convencionais ou especiais, em especial o material 100% sintético, que na maioria das vezes é biodegradável, os minerais por serem isolantes do petróleo, não são biodegradáveis).
6-SISTEMAS HIDRÁULICOS
Em um sistema hidráulico, o óleo exerce três funções principais:
1 - Age como elemento transmissor de força;
2 - Minimiza o desgaste das partes móveis do mecanismo;
3 - É um selo para a entrada de ar no sistema.
Quanto ao sistema , três fatores influem na escolha do lubrificante. O primeiro e mais importante é o tipo de bomba , seguindo-se a pressão e a temperatura de operação.
Para que um sistema hidráulico funcione dentro da normalidade, é necessário que as tubulações de descarga e de sucção estejam abaixo do nível inferior do óleo no reservatório, mantendo-se sempre a de sucção abaixo e bem afastada da de descarga, para que se evite a circulação de bolha de ar. O nível deve ser verificado freqüentemente e completado se necessário.
Um período de mudança do óleo e troca ou limpeza de filtros e telas, deverá ser estabelecido para cada caso e operação em particular, levando-se em consideração que o período de utilidade de um óleo depende também das condições da máquina.
7-PRISMAS, BARRAMENTOS e GUIAS
A lubrificação neste caso geralmente pode ser a graxa ou óleo. Nos dois casos aplicar o lubrificante recomendado pelo fabricante. Mas há indicaçoes de pastas como lubrificante, em especial em industrias alimenticias. Utiliza-se tambem oleo em spray, pois alguns guias são de dificil acesso.
8-LUBRIFICAÇÃO CENTRALIZADA
Consiste num reservatório de onde o lubrificante (óleo ou graxa) é bombeado sob pressão, através de tubos, para os diversos pontos de aplicação. Estes sistemas são aplicados em máquinas que possuem muitos pontos a lubrificar, ou de difícil acesso, que utilizam o mesmo lubrificante. A lubrificação centralizada pode ser com reaproveitamento ou não do lubrificante. Para o primeiro caso deve-se verificar o nível semanalmente e completando se necessário. Em geral, recomenda-se drenar o lubrificante anualmente. Em serviços mais rigorosos o período de troca deverá ser reduzido. No caso da lubrificação com perda , manter o depósito sempre com o nível acima do mínimo permitido. A verificação freqüente de regulagem do fluxo do lubrificante é de grande importância para que não sejam enviadas pequenas quantidades, em excesso de lubrificantes. Quando a lubrificação centralizada for manual é necessário acionar o lubrificador antes do início do funcionamento da máquina e 2 a 3 vezes durante o funcionamento da mesma, a cada período de 8 horas.
MILER CLEWSTON DE MARCHI
Representante Tecnico-Comercial
Tecnico em Mecanica Industrial(Crea)
17-91195050
Lider em Lubrificantes de Alta Performance
Nenhum comentário:
Postar um comentário