MITO: Pequenos vazamentos de óleo não representam altos custos com lubrificantes.
Se você esta repondo freqüentemente em seus equipamentos pequenas quantidades de óleo e acha que isso não irá impactar nos seus custos de manutenção e no meio ambiente, veja o que cada intensidadade de vazamento representa ao final de um ano. Formas de vazamento:
Quantos e quais equipamentos vazam em sua planta ?
Pense nisso! O caixa de sua empresa e a natureza agradecem.
O primeiro item que ocorre ao se calcular o custo do vazamento de óleo, é o custo do óleo propriamente dito. Entretanto, há outros custos, alguns óbvios, outros escondidos.
Um dos custos é o da mão de obra: alguém tem ir ao almoxarifado, pegar o óleo, levá-lo à máquina e abastecer a mesma. Enquanto isso, não faz outras coisas mais produtivas. Exagerando, podemos chegar a ponto de precisar um homem apenas para a tarefa de corrigir a falta de óleo nas máquinas por vazamento (várias maquinas). Outro é o custo da aquisição do óleo: fazer pedido, receber o produto, controlar a qualidade do mesmo, estocar, etc. Maior consumo também resulta em maiores estoques: mais capital empatado. E a parada forçada da máquina por falta óleo ou a falta de óleo que causou uma avaria?
Não devemos esquecer o pó de serragem e os panos necessários para recolher o óleo desperdiçado. Estes materiais de limpeza devem ser descartados de maneira ambiental e legalmente correta. Isso tem um custo.
O vazamento aumenta o contato do ser humano com o óleo, podendo resultar em questão de saúde e segurança. Saúde: dermatites e questões trabalhistas, por exemplo. Segurança: piso escorregadio, quedas, lesões, afastamento do serviço, por exemplo.
O óleo que vaza quase sempre, pelo menos parcialmente, entra no solo. Sob condições favoráveis, pode atingir o lençol freático e contaminar a água utilizada no abastecimento. Nesse caso o custo da remediação pode ser enorme e levar a indústria à falência e os donos a sanções penais. Em casos menos graves, ocorre apenas a contaminação do solo imediato. Porém algum dia este material terá que ser removido e submetido a custosos tratamentos corretivos (custo direto para a indústria poluidora em operação ou um valor subtraído do valor no caso da venda da indústria).
Qual é uma das definições de engenharia: É a aplicação de princípios científicos a finalidades práticas, tais como o projeto, construção e operação de estruturas, equipamentos e sistemas eficientes e econômicos.
No nosso caso presente, a ênfase está na palavra economia. O engenheiro ou técnico não se deve concentrar apenas nos aspectos técnicos. Também é responsável pelo aspecto econômico da área a ele subordinada. Todos conhecemos a situação em que a máquina não pode parar para fazer corrigir os vazamentos. Porque então insistir num óleo com alta resistência à oxidação, quando o mesmo permanece na máquina apenas por alguns dias ou algumas semanas? Um óleo menos nobre e mais barato fará o serviço.
Cabe ao técnico encarregado da lubrificação analisar a conveniência ou não de utilizar um lubrificante diferente e mais econômico. Em tempo: é bom que ele se lembrar de voltar ao óleo original depois de eliminar os vazamentos. Portanto, o vazamento de óleo não envolve apenas o custo do óleo. Geralmente custa muito mais. Cabe ao profissional da área de lubrificação tomar medidas necessárias.
Administrar o consumo correto de lubrificantes requer profissionais treinados adequadamente. Os resultados finais aparecem sob a forma de redução do custo da lubrificação, eliminação de poluição ambiental e a certeza do cumprimento de toda a legislação aplicável, tal como a Lei dos Crimes Ambientais, n° 9.605.
APOIO NESTE ARTIGO: http://blogdalubrificacao.com.br/blog/
MILER CLEWSTON DE MARCHI
Tecnico em Mecanica Industrial
Representante tecnico-comercial
17 - 9119.5050
milerdemarchi@gmail.com
http://www.chemlub.com.br/
Lider em Lubrificantes de Alta Performance
O primeiro item que ocorre ao se calcular o custo do vazamento de óleo, é o custo do óleo propriamente dito. Entretanto, há outros custos, alguns óbvios, outros escondidos.
Um dos custos é o da mão de obra: alguém tem ir ao almoxarifado, pegar o óleo, levá-lo à máquina e abastecer a mesma. Enquanto isso, não faz outras coisas mais produtivas. Exagerando, podemos chegar a ponto de precisar um homem apenas para a tarefa de corrigir a falta de óleo nas máquinas por vazamento (várias maquinas). Outro é o custo da aquisição do óleo: fazer pedido, receber o produto, controlar a qualidade do mesmo, estocar, etc. Maior consumo também resulta em maiores estoques: mais capital empatado. E a parada forçada da máquina por falta óleo ou a falta de óleo que causou uma avaria?
Não devemos esquecer o pó de serragem e os panos necessários para recolher o óleo desperdiçado. Estes materiais de limpeza devem ser descartados de maneira ambiental e legalmente correta. Isso tem um custo.
O vazamento aumenta o contato do ser humano com o óleo, podendo resultar em questão de saúde e segurança. Saúde: dermatites e questões trabalhistas, por exemplo. Segurança: piso escorregadio, quedas, lesões, afastamento do serviço, por exemplo.
O óleo que vaza quase sempre, pelo menos parcialmente, entra no solo. Sob condições favoráveis, pode atingir o lençol freático e contaminar a água utilizada no abastecimento. Nesse caso o custo da remediação pode ser enorme e levar a indústria à falência e os donos a sanções penais. Em casos menos graves, ocorre apenas a contaminação do solo imediato. Porém algum dia este material terá que ser removido e submetido a custosos tratamentos corretivos (custo direto para a indústria poluidora em operação ou um valor subtraído do valor no caso da venda da indústria).
Qual é uma das definições de engenharia: É a aplicação de princípios científicos a finalidades práticas, tais como o projeto, construção e operação de estruturas, equipamentos e sistemas eficientes e econômicos.
No nosso caso presente, a ênfase está na palavra economia. O engenheiro ou técnico não se deve concentrar apenas nos aspectos técnicos. Também é responsável pelo aspecto econômico da área a ele subordinada. Todos conhecemos a situação em que a máquina não pode parar para fazer corrigir os vazamentos. Porque então insistir num óleo com alta resistência à oxidação, quando o mesmo permanece na máquina apenas por alguns dias ou algumas semanas? Um óleo menos nobre e mais barato fará o serviço.
Cabe ao técnico encarregado da lubrificação analisar a conveniência ou não de utilizar um lubrificante diferente e mais econômico. Em tempo: é bom que ele se lembrar de voltar ao óleo original depois de eliminar os vazamentos. Portanto, o vazamento de óleo não envolve apenas o custo do óleo. Geralmente custa muito mais. Cabe ao profissional da área de lubrificação tomar medidas necessárias.
Consumo de lubrificante
O consumo de lubrificante é composto de vários fatores e, de modo geral, é inevitável. Em sistemas de lubrificação, o lubrificante contamina-se, tem suas propriedades necessárias esgotadas, exigindo a sua troca e, no caso de operações de corte de metais, há perdas inevitáveis por arraste. Mesmo com eficientes programas de reciclagem de lubrificantes, o volume de lubrificante a ser comprado é sempre superior ao volume reciclado. Uma outra área de consumo inevitável encontra-se nos sistemas de lubrificação por perda total. O consumo de óleo em ml/hora, nesse caso, pode ser calculado a partir de informações documentadas. Assim pode ser dimensionado o consumo teórico e comparado com o consumo real. O consumo real, via de regra, é superior e, além de resultar em maiores custos da lubrificação, pode contribuir para a poluição ambiental. Baseado nas informações sobre o consumo calculado pode-se citar um exemplo de um mancal de rolamento com 40 mm de diâmetro por 22 mm de largura necessita de 40 x 22 x 0,003 = 2,64 ml/hora.Vazamentos de lubrificante
Uma fonte grande para consumo de lubrificantes e potencial causa de poluição ambiental são vazamentos externos de lubrificantes e produtos afins. Nenhum programa de redução de custo da lubrificação pode deixar este aspecto de lado. A exigência do CONAMA de manter registros sobre compra, utilização e alienação do óleo usado deixará grandes lacunas entre a comprovação dos volumes comprados e os alienados puramente pelos vazamentos. A não comprovação de um volume maior pode atrair sobre a indústria suspeitas custosas e difíceis de serem desfeitas quando há contaminação do lençol freático na região. Por exemplo, o custo anual de um vazamento de 1 gota a cada 5 segundos, resulta numa perda anual de 190 litros, ao custo de R$ 5,00 x 190 litros = R$ 950,00. Como numa indústria usualmente há mais de um vazamento de óleo, um programa “caça-vazamento” pode resultar em economias apreciáveis, talvez até superiores ao custo da mão de obra empregada na lubrificação.“Consumos” escondidos de lubrificantes
- Vazamentos controláveis
- Controle inadequado de reposições e descarte prematuro de fluidos
- Derrames
- Mistura desnecessária de dois ou mais fluidos, por exemplo óleos integrais e solúveis
- Mistura de materiais que poderiam ser segregados na fonte e na coleta, e na instalação de tratamento.
- Treinamento inadequado do pessoal
- Controle inadequado de equipamentos de conservação de lubrificantes tais como centrífugas, filtros, tanques de sedimentação
- Falta de coordenação e intercâmbio de informações entre departamentos
- Trocas incentivadas pelo fornecedor de lubrificantes
- Desvios
- Produto inadequado para o serviço
- Alegações do tipo “Sempre foi trocado neste período” e “Aquele óleo não presta” – qual é a prova?
- Estudo de cada fluido, necessidade na operação e sua relação ao efeito sobre o sistema total.
- Utilização de centrífugas, tanques de sedimentação e filtros, e outros equipamentos para máquinas individuais e sistemas centralizados.
- Segregação dos materiais na fonte.
- Troca de óleos e fluidos para melhor compatibilidade de sistema.
- Utilização de óleos de dupla finalidade, por exemplo, corte e hidráulico.
- Separação de fluidos com alto teor de óleo e alto teor de água na área de produção e na instalação de tratamento / coleta de óleo.
- Instalação de unidades internas para regeneração tanto para re-utilização primária como secundária.
Administrar o consumo correto de lubrificantes requer profissionais treinados adequadamente. Os resultados finais aparecem sob a forma de redução do custo da lubrificação, eliminação de poluição ambiental e a certeza do cumprimento de toda a legislação aplicável, tal como a Lei dos Crimes Ambientais, n° 9.605.
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